Não adianta puxar assunto
Não ousarei abrir a boca
Me deixe na paz do meu mundo
Escondido abaixo da touca
Como ousa sentar perto de mim?
Imensidão de sentimentos
Sensações que não tem fim
Feche a boca por favor
Me incomoda menos assim
Estou fugindo da confusão,
Do irracional e incompreensível
Cansei de viver na ilusão
No mundo do insensível
Cansei de sentir essa emoção
Lutar contra esse monstro invisível
Tristeza, ódio e medo sem razão
Uma guerra com o intangível
Essa é a única solução
Ou essa loucura se tornará irreversível
Me deixe na paz do meu mundo
Ao menos ali faço sentido.
Glossário:
1. Intangível: Que não se pode pegar, tocar; inalcançável
-Luiz Henrique Almeida Rodrigues Junior
Diario do irracional
Nós somos dois adolescentes, com tristezas e felicidades como qualquer outro. Somos um pouco complicados mas escrevemos do coração, não fazemos para ser bonito, mas para transmitir emoções no que foi escrito. Decidimos compartilhar o que nós escrevemos. Esperamos que gostem.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Paradoxo da Alma
Tua alma é escuridão
Tal que não tenho luz para adentrar
Me envolvo na sombra em vão
Tentando enxergar
Como pode ser luz e escuridão?
Como pode iluminar e não se ver?
Como pode encontrar e se perder?
Tua alma que de mistério é vastidão
Em paradoxos me envolvi
Tal qual na tua sombra me escondi
Em meu coração uma brasa acendi
E a solidão encobri
Com rimas pobres
Meus versos que nem chegam a ser nobres
Se tornam frágeis e escassos
Porém esculpidos dos pedaços
De cada sentimento e cada emoção
Que mesmo na tua escuridão
Impregnam as paredes desse coração
- By: Helena Korb
Tal que não tenho luz para adentrar
Me envolvo na sombra em vão
Tentando enxergar
Como pode ser luz e escuridão?
Como pode iluminar e não se ver?
Como pode encontrar e se perder?
Tua alma que de mistério é vastidão
Em paradoxos me envolvi
Tal qual na tua sombra me escondi
Em meu coração uma brasa acendi
E a solidão encobri
Com rimas pobres
Meus versos que nem chegam a ser nobres
Se tornam frágeis e escassos
Porém esculpidos dos pedaços
De cada sentimento e cada emoção
Que mesmo na tua escuridão
Impregnam as paredes desse coração
- By: Helena Korb
domingo, 2 de agosto de 2015
Ninguém esquece os seus erros...
Estou perdido
Sinta a tensão
Ouça o silêncio
Há muito mais,
Do que foi observado
Existe uma depressão!
Meu coração?
Já foi sacrificado
Escondo o rosto
Ando em frente
Eu não mudei
Eu fui mudado.
Glossário:
1. Coagido: Indivíduo que sofreu coação (Causar constrangimento ou agir de modo violento moral ou fisicamente) para que alguém faça ou deixe de fazer alguma coisa.
By: Luiz Henrique Almeida Rodrigues Junior
Mal compreendido
Me sinto constrangido
Me sinto coagido
À agir como palhaço
Me sinto constrangido
Me sinto coagido
À agir como palhaço
Estão todos encarando
É como se eu fosse culpado
E eu tenho esperança na
Mudança do resultado
Preciso me esconder
Esconder a vergonha do passado
Talvez eu deva me render
Admitir que fui derrotado
Sinta a tensão
Ouça o silêncio
Há muito mais,
Do que foi observado
Existe uma depressão!
Meu coração?
Já foi sacrificado
Escondo o rosto
Ando em frente
Eu não mudei
Eu fui mudado.
Glossário:
1. Coagido: Indivíduo que sofreu coação (Causar constrangimento ou agir de modo violento moral ou fisicamente) para que alguém faça ou deixe de fazer alguma coisa.
By: Luiz Henrique Almeida Rodrigues Junior
sábado, 1 de agosto de 2015
Sem sentido, mas continuo ferido
Estou um pouco inseguro
Talvez a culpa seja minha
Tudo o que sinto é dor
O passado insiste em assombrar
Mesmo com o presente mudando
Mesmo com o futuro chegando
"Eu me sinto sozinho
Eu estou sozinho
Sempre estive sozinho"
Só penso nisso,
Mas insisto em confiar
Compartilhar do meu carinho
Esperando a mudança
A dor vai se acumulando
E se esgotando a confiança
Me sinto assim faz muito tempo
Estou sem propósito
Sinto vontade de morrer
Mas pelo bem da minha família
Continua fingindo
Continuo vivendo
Continuo fugindo
Continuo morrendo
Continuo sentindo
Continuo sofrendo
Por algo sem sentido
Que continua acontecendo
Talvez a culpa seja minha
Tudo o que sinto é dor
O passado insiste em assombrar
Mesmo com o presente mudando
Mesmo com o futuro chegando
"Eu me sinto sozinho
Eu estou sozinho
Sempre estive sozinho"
Só penso nisso,
Mas insisto em confiar
Compartilhar do meu carinho
Esperando a mudança
A dor vai se acumulando
E se esgotando a confiança
Me sinto assim faz muito tempo
Estou sem propósito
Sinto vontade de morrer
Mas pelo bem da minha família
Continua fingindo
Continuo vivendo
Continuo fugindo
Continuo morrendo
Continuo sentindo
Continuo sofrendo
Por algo sem sentido
Que continua acontecendo
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Lugar Vago
Eu vejo rostos
Mas nunca o seu
Para onde quer que eu olhe
Há rostos familiares por toda parte
Eu espero encontrar apenas um
Um em especial
Mas ele nunca está lá
Um vazio
Uma falta de algo
Uma parte perdida
É o que eu sinto
Quando não avisto o seu rosto
Na vasta multidão de rostos
Expressões e risos
Eu não consigo pensar em outra coisa
Senão em seu sorriso
Mas nunca está lá
Sigo com minha expressão vazia
Meu coração sem um pedaço
Em minha cabeça um turbilhão
Eu vejo mãos
Mãos que sobretudo seguram,
Seguram outras mãos
Logo me vejo encarando as minhas próprias
Sempre vazias
Ansiam pelas suas
Sempre cheias
Nunca com as minhas
Todos diferentes
Mas para mim é indiferente
Enquanto procuro na multidão
Os olhos que nunca encontro
Mas quando eles encontram os seus
Abrem as janelas até o meu coração
E ele se inunda
Pois você é como a lua que se aproxima
Fazendo as marés subirem até meu coração
E ao sentir o teu abraço
Ele transborda
- by: Helena Korb
Mas nunca o seu
Para onde quer que eu olhe
Há rostos familiares por toda parte
Eu espero encontrar apenas um
Um em especial
Mas ele nunca está lá
Um vazio
Uma falta de algo
Uma parte perdida
É o que eu sinto
Quando não avisto o seu rosto
Na vasta multidão de rostos
Expressões e risos
Eu não consigo pensar em outra coisa
Senão em seu sorriso
Mas nunca está lá
Sigo com minha expressão vazia
Meu coração sem um pedaço
Em minha cabeça um turbilhão
Eu vejo mãos
Mãos que sobretudo seguram,
Seguram outras mãos
Logo me vejo encarando as minhas próprias
Sempre vazias
Ansiam pelas suas
Sempre cheias
Nunca com as minhas
Todos diferentes
Mas para mim é indiferente
Enquanto procuro na multidão
Os olhos que nunca encontro
Mas quando eles encontram os seus
Abrem as janelas até o meu coração
E ele se inunda
Pois você é como a lua que se aproxima
Fazendo as marés subirem até meu coração
E ao sentir o teu abraço
Ele transborda
- by: Helena Korb
quinta-feira, 30 de julho de 2015
O que morreu em mim, você pode salvar
Pois eu penso, e penso muito
O que complica minha situação
Poderíamos até dizer
Que tenho medo da paixão
Mas seu longos cabelos
E seu lindo sorriso
Conquistaram meus olhos
E as palavras talvez
Conquistar o coração
Tenho medo da pressa
Pois busco a perfeição
Mas o seu olhar penetrante
Pode atravessar a proteção
Não intimide-se em vão
Desconsidere meus sentimentos
Mas me aviva depois do suplício
Pois eu sempre estive morto
Estou morto desde o início
-By: Luiz Henrique Almeida Rodrigues junior
O que complica minha situação
Poderíamos até dizer
Que tenho medo da paixão
Mas seu longos cabelos
E seu lindo sorriso
Conquistaram meus olhos
E as palavras talvez
Conquistar o coração
Tenho medo da pressa
Pois busco a perfeição
Mas o seu olhar penetrante
Pode atravessar a proteção
Não intimide-se em vão
Desconsidere meus sentimentos
Mas me aviva depois do suplício
Pois eu sempre estive morto
Estou morto desde o início
-By: Luiz Henrique Almeida Rodrigues junior
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Nós fazemos o que podemos com as peças de quebra-cabeça que nos são dadas
Procurando o sentido
Gritando sem ser ouvido
Opiniões pregadas
Mas a dúvida está maculada
Nem tudo que pensam,
É o que sou
Mas nem eu sei
E o que restou?
O que te mantém vivo?
Por que a realidade
É so um silvo
Em meus ouvidos?
Posso distinguir
Ou será só mais uma ilusão?
O fogo do ódio queima a imensidão
Da minha dúvida, sem permissão
Como ser forte?
Um corte
E mais outro
Mas isso não corta o meu desconforto
Quero dilacerar essa dúvida
Essa lâmina curva
Apunhalando o meu coração
É uma linha tão tênue
Entre a sanidade e a loucura
Minha consciência treme
O que acontece se eu pender na borda?
Uma fissura
Uma fenda
É minha fé escapando?
Ou apenas a razão desertando?
Quero morrer, mas também quero viver
Quero fugir
Mas quero resolver
O que eu quero afinal?
Como eu posso saber?
Se mal consigo encaixar as peças
Do meu próprio ser?
- Helena Korb
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